A secretaria de Agricultura de Flores, perfurou um poço artesiano para a comunidade do sítio Cajá, que beneficiará 15 famílias da região. O poço mostrou-se com uma vazão média de 3000 mil litros d´água por hora.

Em conversas com seus assessores, a prefeita Soraya disse: “Nossa política de escolha para a perfuração de poços atende ao princípio republicano da consulta às lideranças políticas de cada região, antes da execução dos serviços.”

Prefeitura de Flores – uma vida melhor para todos.

 

Palestra e dinâmicas de grupo marcaram as atividades na unidade de saúde.

A comemoração da II Semana do Bebê, na manha desta quinta-feira (26), foi no Hospital Municipal Genésio Francisco Xavier, de Flores.

Atividades promovidas por animadores, levaram dinâmicas de grupo para os profissionais do Hospital e uma sessão de alongamento para todos. A palestra, sobre os Cuidados com o Recém Nascido e o Incentivo ao Aleitamento Materno, na primeira infância, foi facilitada pela enfermeira Dr.ª Darliane.

Prefeitura de Flores - uma vida melhor para todos.

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse, em nova nota divulgada por sua assessoria nesta quinta-feira, que as investigações da Operação Lava-Jato são "intocáveis" e que não "tomou nenhuma iniciativa ou fez gestões para dificultar ou obstruir" as apurações da operação. Renan, segundo a nota, diz ainda que "não adianta o desespero de nenhum delator", num ataque a Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. Em novo áudio de conversa divulgado pelo "Jornal da Globo", Renan fala com Machado e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) em como acessar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Lava-Jato Teori Zavascki. O grupo cita o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Cesar Asfor Rocha e o advogado Eduardo Ferrão.

Na nota divulgada à imprensa, Renan procura não se responsabilizar por críticas a autoridades, como o ministro Teori Zavascki, que aparecem sendo atacados na conversa com Machado, ou do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Mas nos diálogos Renan e Machado aparecem chamando Janot de "mau caráter". Os dois fazem ainda críticas a políticos. Eles citam o senador Aécio Neves, presidente do PSDB; o deputado Pauderney Avelino (AM), líder do DEM; "Mendoncinha", como é chamado o agora ministro da Educação, deputado Mendonça Filho (DEM-PE); senador José Agripino (RN), presidente do DEM; senador Fernando Bezerra (PSB-PE); senador José Serra, do PSDB, atual ministro das Relações Exteriores, e a presidente afastada Dilma Rousseff.

"O senador não pode se responsabilizar por considerações de terceiros sobre pessoas, autoridades ou o quadro político nacional", diz a nota.

Em outra conversa, divulgada pela "Folha de S. Paulo", Renan fala a Machado sobre uma mudança na lei que trata da delação premiada. Renan respondeu dizendo que "reafirma ainda que suas opiniões sobre aprimoramentos de legislação foram e continuarão públicas. Não apenas ao tema mencionado nos diálogos, mas também na defesa de que a pena para delações não confirmadas sejam agravadas".

Sobre o caso do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), Renan argumentou que acelerou o processo de cassação no plenário, às vésperas da votação do impeachment. Outro áudio, de 24 de fevereiro, divulgado pelo "Jornal Hoje", mostra Renan Calheiros orientando uma pessoa identificada como Wanderberg, suposto representante de Delcídio do Amaral, sobre como fazer a defesa do então senador, na época em que seu processo ainda estava no Conselho de Ética. Na conversa, Renan afirma que é preciso que o presidente do conselho, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), peça diligências para não parecer que a investigação estivesse parada e sugere que Delcídio faça uma carta mostrando "humildade" e que já" pagou o preço pelo que fez".

"O desfecho do processo de cassação é conhecido, foi público e a agilização do processo foi destaque em vários jornais. Na fase do Conselho de Ética opinou com um amigo do ex-senador, mas disse que o processo não podia ficar parado, como não ficou", pondera Renan em nota. (O Globo)

 

PE será exemplo em plano global do Unicef para bebês com microcefalia (Foto: Thays Estarque/G1)

Pernambuco servirá, novamente, de modelo em ações para tratar a microcefalia associada ao vírus da zika. Dessa vez, a intenção é criar um plano de ação global sensorial e de apoio às crianças e suas famílias. Para isso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) enviou um de seus consultores, na manhã desta quinta-feira (26), para entender o que está sendo feito na Fundação Altino Ventura e no Hospital Oswaldo Cruz, no Recife.

A entrega desse documento ainda não tem data definhada. Porém, de acordo com o consultor Koenraad Vanormelingen, a Univef pretende elaborar o plano o quanto antes. “Não temos tempo a perder. Nunca iremos recuperar um dia perdido na vida dessas crianças”.

Ele já adianta que o plano deverá conter três esferas: a continuidade do acompanhamento em casa, centros de saúde capacitados para atender essas crianças e a descentralização dos centros de referência.

“A grande maioria dos estímulos não precisa ser feitos por especialistas. Mas, precisamos organizar uma hierarquia de cuidados. Nossa preocupação é com os municípios mais pobres e com a falta de apoio a essas crianças e famílias que moram nesses lugares. O desenvolvimento dessas crianças vai depender do atendimento e do acompanhamento. Vimos aqui pessoas que viajam cinco horas para serem atendidas. Temos que encontrar uma solução para descentralizar esse apoio”, pontua.

Durante a visita à fundação, o consultor não se ateve apenas a circular pelas áreas de terapia sensorial. Ele ainda conversou com os profissionais e deu dicas para as mães.

“Ele falou comigo. Perguntou o estado da minha filha e deu dicas para mim de como estimular mais, pediu para eu continuar o que é feito aqui em casa. Espero que ele leve essa experiência para mães em todo o mundo”, comenta a dona de casa Inabela Souza, mãe da pequena Graziela Vitória, de seis meses.

Cerca de 130 bebês portadores da malformação são atendidos por semana na Fundação Altino Ventura, segundo a presidente Liana Ventura. “É importante que a Unicef esteja chegando perto e tocando nas necessidades, ouvindo as mães e os pais, as instituições e profissionais. Essa adequação das politicas de atenção é muito importe e precisamos estar juntos porque, caso contrario, pode haver lacunas e quem sofre são as crianças”, destaca Ventura. (G1-PE)

 

STF deu 5 dias para Temer se explicar sobre a reforma administrativa feita após saída de Dilma

O governo do presidente em exercício Michel Temer prepara uma grande reformulação nos conselhos de administração dos bancos públicos e das empresas estatais. Os conselhos - instâncias em que são tomadas as decisões estratégicas das empresas - têm em sua composição muitos representantes do governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Em entrevista ao jornal "Estado de S.Paulo", o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, revelou que o objetivo é evitar “o conflito de interesses”.

Na visão do ministro, as pessoas que ocupam esses postos, indicadas pelo governo anterior, certamente contestarão as novas propostas administrativas, da mesma forma como fizeram durante a votação da revisão da meta fiscal, no Congresso, na madrugada de quarta-feira, quando ficou claro o clima de confronto e enfrentamento em relação às posições defendidas por Temer.

Padilha evitou usar o termo “devassa” para classificar a atuação do novo governo nas empresas estatais, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e em outros bancos públicos. “Essa palavra soa mal. Penso que tem de se fazer uma análise, uma auditoria”, disse, acrescentando que “a orientação do presidente Michel é que não haja caça às bruxas”. E emendou: “Nós não estamos procurando pessoas; estamos procurando solução do ponto de vista da gestão”.

Padilha não citou casos específicos nem nomes de conselheiros. Mas, uma busca em dados de empresas controladas pelo governo mostra ao menos sete integrantes do primeiro escalão da gestão Dilma: o ex-ministro Jaques Wagner (Casa Civil) e o assessor especial da Presidência Giles Azevedo, no conselho da hidrelétrica de Itaipu; os ex-ministros Luís Inácio Adams (Advocacia Geral da União) e Waldir Simão (Planejamento), ambos nos conselhos da Brasilprev e da Brasilcap, duas coligadas do Banco do Brasil; os ex-ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Edinho Silva, na BB Mafre, empresa de seguros do BB, e Miguel Rossetto (Trabalho), no BNDES. O ex-governador do Rio Grande do Sul Alceu Collares, Maurício Requião, filho do ex-governador do Paraná Roberto Requião, e Roberto Amaral, que ocupou o ministério de Ciência e Tecnologia no governo Lula, também integram o conselho de Itaipu.

Pela Lei das Sociedades Anônimas (S/A), há três formas de retirar conselheiros de administração em empresas de capital aberto: fim do mandato (usualmente de dois anos, com possibilidade de prorrogação), renúncia ou destituição em assembleia geral de acionistas.

Ao defender as mudanças nos Conselhos para se adequarem às novas orientações, o ministro Padilha explicou que irá buscar um alinhamento dos conselheiros. Para ele, a gestão do governo deve ser feita “com pessoas que queiram que a proposta seja adotada e não com quem a conteste diametralmente”. Em seguida, defende rapidez nessas mudanças.

“Em tendo havido uma mudança no governo e uma mudança de orientação do governo, é obvio que estas substituições deveriam ter acontecido ontem”, afirmou. “Como não deu para acontecer ontem, de hoje em diante é obvio que têm de acontecer, porque senão teremos um conflito de interesses dentro do órgão, o que é inadmissível”.

Ao ressaltar a necessidade de substituição dos conselheiros, Eliseu Padilha lembrou o enfrentamento que ficou claro entre o governo anterior e o novo, em todas as esferas. “Haja vista o debate que se estabeleceu ontem na Câmara dos Deputados. Se as pessoas que hoje estão nestes conselhos representam aquela posição que foi expressa no debate de ontem, dentro do Parlamento, é obvio que essas substituições já deveriam até ter sido feitas”, observou o ministro.

Questionado sobre o risco de judicialização, já que a função de conselheiro tem mandato definido, Eliseu Padilha respondeu: “Não vou discutir direito adquirido de ninguém. Vou tomar as providências que entendo defender os interesses do Estado brasileiro. Se isso derivar em alguma demanda judicial, estamos preparados para enfrentá-la.”

Recentemente foi aberto um questionamento jurídico em mudanças determinadas pelo governo na Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Em meio a uma intervenção do Planalto, o presidente Ricardo Melo, eleito para o período de quatro anos pelo conselho da empresa, foi demitido. Melo, que havia sido empossado dois dias antes da saída de Dilma, está recorrendo ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro disse que não está definido ainda por qual conselho devem ser iniciadas as mudanças. Disse apenas que algumas já foram feitas e que outras virão. Procurada, a assessoria da presidente afastada Dilma Rousseff não comentou as declarações de Padilha. (EC)

 

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB),  promove mudanças no secretariado, nesta quinta-feira (26). Tomarão posse às 11h, no Palácio do campo das Princesas, no Centro do Recife, os novos titulares da Fazenda, Marcelo Barros, de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni, e de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação, Alexandre Valença.

As alterações no primeiro escalão foram feitas por causa da saída do deputado federal Danilo Cabral (PSB), ex-secretário de Planejamento, que assumirá o cargo parlamentar em Brasília.  As outras duas vagas acabaram sendo criadas com o desligamento de antigos auxiliares do governador Paulo Câmara ligados ao DEM e ao PSDB. Os dois partidos deixaram o governo por causa da disputa eleitoral municipal deste ano.

Márcio Stefanni, novo titular do Planejamento, é formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Foi secretário de Desenvolvimento Econômico de novembro de 2012 a dezembro de 2014, período em que acumulou a presidência do Complexo Industrial Portuário de Suape. Ele estava na Secretaria da Fazenda desde janeiro de 2015.

Alexandre Valença é engenheiro mecânico, formado pela Universidade Federal de Pernambuco. O novo secretário de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação é presidente do Sindicato da Indústria Metal-Mecânica (Simmepe), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) e conselheiro do Sebrae Pernambuco.

O novo titular da Fazenda, Marcelo Barros, é economista e mestre em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Entre 2009 e 2010, foi secretário de Finanças da Prefeitura do Recife e atuou como superintendente técnico da Secretária da Fazenda de Pernambuco nos dois anos seguintes. Estava no comando da Perpart desde março de 2015.

 

O presidente interino Michel Temer sancionou a lei que torna obrigatório o uso de farol baixo em rodovias durante o dia. Quem desrespeitar a nova regra, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ficará sujeito a multa de R$ 85,13, além de receber quatro pontos na Carteira de Habilitação.

Manter os faróis acesos em luz baixa durante o dia já era medida obrigatória a ônibus, ao circularem em faixas próprias, e às motos. Para os carros, a obrigatoriedade ocorria dentro de túneis, independentemente do horário.

O valor da multa, porém, irá aumentar a partir de novembro, quando o governo reajustará os preços - infrações médias, como a do farol baixo nas rodovias, vão crescer 52% e passarão a cobrar R$ 130,16.

A medida sancionada já havia sido sugerida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). (Agencia Brasil))

 

Nesta quarta-feira (25), a secretaria de Finança de Flores, autorizou o crédito dos pagamentos dos salários dos funcionários municipais, referente ao mês de MAIO/2016.

Respeito para com o trabalhador e gestão eficiente, garantem salário em dia para os funcionários do município de Flores.

Prefeitura de Flores – uma vida melhor para todos.

 

A Secretária de Bem Estar Social homenageou, na última quarta-feira (25), às 18 horas, em frente a escola da Vila Nova, a comemoração: "Todo dia é dia de mãe".

Distribuição de presentes, músicas, jantar e muita emoção, marcaram a noite.

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Para defesa, não havia impedimentos para Lula assumir a Casa Civil, já que ele não era réu

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou um recurso no Supremo Tribunal Federal para que as ações contra a sua nomeação para a Casa Civil não sejam extintas e possam ser levadas a julgamento no plenário da Corte maior do País. Os advogados pedem que o tribunal reconheça que o petista teve status de ministro por cerca de dois meses, entre 16 de março, quando foi nomeado, e 12 de maio, data em que a presidente Dilma Rousseff foi afastada pelo Senado, e considere as "consequências jurídicas decorrentes dessa situação".

A defesa argumenta que o ex-presidente "preenchia, como ainda preenche, todos os requisitos previstos no artigo 87 da Constituição Federal para o exercício do cargo de ministro de Estado, além de estar em pleno exercício de seus direitos políticos". Para os advogados do petista, não havia impedimentos para Lula assumir a Casa Civil já que ele não era réu nem foi condenado em ação penal.

Caso o Supremo acolha o pedido, isso pode abrir uma brecha para que os advogados do ex-presidente questionem atos do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, como a divulgação das conversas entre ele e Dilma. Há uma intensa discussão no meio jurídico sobre a legalidade dos áudios.

No último dia 12, o ministro do STF Gilmar Mendes determinou o arquivamento dos mandados de segurança impetrados pelo PSDB e PPS após a exoneração de Lula ser publicada no Diário Oficial da União, quando Dilma se afastou do cargo. À reportagem, ele afirmou que vai analisar o recurso impetrado pela defesa do petista. Não há nada que impeça o ministro de tomar decisão monocrática sobre o caso.

Em manifestação sobre o assunto nesta semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou entender que houve "prejuízo" das ações que analisavam o caso de Lula após a sua exoneração. A indicação foi feita em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que trata do assunto e está sob a relatoria do ministro Teori Zavascki.

Lula foi nomeado ministro em 16 de março. No mesmo dia, Moro autorizou a publicidade das gravações. Uma delas mostrava uma conversa entre o ex-presidente e Dilma, na qual a petista afirmava que enviaria o termo de posse ao petista para que ele usasse em "caso de necessidade".

As gravações foram citadas por Gilmar Mendes em sua decisão para suspender a nomeação do ex-presidente à Casa Civil, em 18 de março. Para ele, o ato foi uma tentativa de obstruir a Justiça já que Dilma teria indicado Lula para o governo com o objetivo de que as investigações contra ele fossem examinadas pelo Supremo e não mais por Moro.

Na época, Lula havia acabado de ser alvo de uma fase da Operação Lava Jato, quando foi levado a prestar depoimento obrigatório – condução coercitiva, que ajudou a impulsionar os protestos pelo impeachment de Dilma. Havia também o temor de que Moro decretasse a prisão preventiva do ex-presidente.

No final de março, em ofício ao STF, Moro pediu "escusas" à Corte e disse que a divulgação dos áudios não teve intuito "político-partidário". A manifestação foi encaminhada a Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, que solicitou esclarecimentos do juiz Morot ao determinar a remessa de todo o material das conversas de Lula ao Supremo. (Estadão Conteúdo)

 

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