Um homem matou seu melhor amigo antes de decepar o órgão genital da vítima e usá-lo para alimentar seu cachorro. O crime ocorreu em Ciudad Juarez, estado de Chiuhuahua, no México.

O acusado, Mario Alberto Lizalde Reyes, de 25 anos, estava embriagado enquanto andava com seu cachorro junto do amigo de longa data, Mario Henandez Band, de 24 anos. Após um momento de discussão, Reyes pegou sua arma e atirou na cabeça da vítima.

O suspeito afirmou que o amigo tentou lhe tocar de “uma forma sexual”. Quando Band foi urinar, o crime ocorreu.

“Eu, então, peguei a faca dele e cortei as genitália como punição, e a coloquei em um saco”, contou Reyes. “Mas meu cão estava ao lado e ficou cheirando, então decidi lhe dar e ele comeu”, concluiu.

Reyes deixou o corpo da vítima ensanguentado no beco em que estava. Ele terminou de passear com seu cachorro e foi para casa dormir.

No dia seguinte, após o efeito do álcool passar, o acusado se sentiu culpado pelo que fez e decidiu se entregar. Policiais contaram que o homem chegou repleto de contusões, e disse que havia brigado com o padrasto após contar o que tinha feito.

O homem acabou preso. (Fonte: NY DailY Mail)

 

O padre Mario Roberto Gomes, responsável pela igreja do bairro de Pontezinha, Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, foi preso em flagrante por volta de 22h de ontem quinta-feira, 20,  juntamente com uma mulher e um homem, que não tiveram, os nomes relatados com cerca de 170 quilos de maconha.

Além dos 170 quilos de maconha, que estavam escondidos dentro da igreja, policiais do Departamento de Repreensão ao Narcotráfico (Denarc) apreenderam um revolver calibre 38 e uma carteira de autoridade eclesiástica.

Padre é preso com 170 quilos de maconha escondidos dentro da igreja

 

Após prometer oposição incansável, Aécio se mantém distante do Congresso

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) anunciou que faria uma “oposição incansável” ao governo federal depois que perdeu a corrida presidencial, mas desde o fim das eleições não tem sido um parlamentar assíduo no Congresso. O tucano não compareceu às sessões do Senado esta semana, no momento em que o escândalo de corrupção da Petrobrás atingiu o seu ápice, com a prisão de dirigentes das principais empreiteiras do País e em que a base aliada tenta aprovar um projeto que, na prática, faz o governo abandonar o cumprimento da meta fiscal em 2014.

Levantamento feito pelo Broadcast no Diário do Senado e no registro de presença da Casa apontou que, nas 11 sessões de votação em plenário desde segundo turno, Aécio só compareceu a cinco delas. Segundo a assessoria de imprensa do tucano, ele tirou esta semana para descansar, já que havia voltado ao Congresso depois de meses de campanha eleitoral. Aécio também havia ficado fora do Senado na semana imediatamente após o segundo turno.(O Estado de S.Paulo)

 

A JBS afirmou, em nota, que aguardará a publicação do acórdão para avaliar se entrará com recurso

A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o frigorífico Seara, integrante do grupo JBS, a pagar R$ 10 milhões por danos morais coletivos em razão do descumprimento de medidas de proteção à saúde dos trabalhadores na unidade de Forquilhinha, em Santa Catarina.

A empresa também deverá proceder com uma adequação das condições de trabalho: conceder pausas de recuperação térmica, não exigir horas extras em ambientes frios, emitir comunicações de acidentes de trabalho em caso de doenças ocupacionais, conceder tratamento médico integral a todos os empregados com doenças ocupacionais e reconhecer o frio como agente insalubre, entre outras medidas. A JBS afirmou, em nota, que aguardará a publicação do acórdão para avaliar se entrará com recurso. A ação teve início em 2007.

Está no processo Dito por funcionários: “…aqui é frigorífico, mas nós não somos pinguins, pode botar três meias, mas o pé continua congelado e as mãos estão ficam tão dormentes que não sente os dedos” “…estou à base de remédio, já estou dopada de tanto tomar remédio para a dor” “...se morrer trabalhando vão dizer que é psicológico também, só para não pagar os direitos para família”.(IG-MG)

 

A preocupação no Palácio do Campo das Princesas com a paralisação de obras estaduais foi minimizada pelo governador eleito Paulo Câmara (PSB). Titular da secretaria estadual da Fazenda até abril deste ano, ele garante que a saúde fiscal do Estado está em boas condições. Nos bastidores, a aposta da equipe do socialista é que os problemas no entrave das obras são uma consequência da apertada situação das contas do Governo Federal. A avaliação é que a administração da presidente Dilma Rousseff (PT) enfrenta dificuldades no encerramento deste ano, o que provocou reduções nos repasses de verbas para os estados.

Durante entrevista à Rádio CBN, ontem, Paulo Câmara garantiu que os números do Governo do Estado garantem tranquilidade para sua futura administração. O socialista afirmou que Pernambuco “não é rico” e “nunca houve recursos sobrando no Estado”, mas que a gestão cumpre suas metas e indicadores. “As informações que tenho é que vamos ter bons números este ano. A expectativa é que vamos ter investimentos de quase R$ 3 bilhões. É um dado bom, visto que tivemos restrições no PAF (Plano de Ajuste Fiscal ) e novas operações não foram possíveis. Recursos de convênios com Governo Federal não vieram dessa vez, até pelas dificuldades do Governo Federal de recursos”, afirmou.

De acordo com o socialista, a conclusão das obras inacabadas será uma das prioridades da sua administração. Paulo Câmara afirmou que cada caso deve ser estudado para avaliar os motivos que causaram o atraso das demandas. “Não tenho informações detalhadas. Mas todas as obras não concluídas precisam ser finalizadas. Essa é a nossa premissa. Vamos ver os problemas nas obras em andamento e dar prioridade”, disse.

Em fase de transição de Governo, a equipe de Paulo Câmara começa a se atualizar sobre os números do Estado. O governador eleito pretende fechar o novo organograma estadual para somente definir os nomes que irão compor sua futura gestão, no início de dezembro. Sobre a escolha dos quadros, o socialista garantiu que “não terá preconceito”, mas que as indicações do partidos aliados terão que levar em conta experiência e capacidade técnica. “Às vezes a pessoa não tem conhecimento, mas tem experiência e sabe montar a equipe”, destacou.(Do Blog da Folha)

 

O corpo do advogado e ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, que morreu hoje (20) de manhã, em São Paulo, no Hospital Sírio Libanês, será cremado nesta sexta-feira (21) no cemitério Horto da Paz em Itapecirica da Serra.

Ele está sendo velado na Assembleia Legislativa de São Paulo e até a noite de hoje já tinha recebido a visita da presidente Dilma Rousseff, do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e de dezenas de senadores e deputados federais.

Márcio Thomaz Bastos tinha 79 anos de idade e internou-se na última terça-feira para submeter-se a um tratamento de descompensação de fibrose pulmonar.

Ele foi ministro do presidente Lula entre 2003 e 2007 e atuou em casos de repercussão nacional como a defesa do contraventor Carlinhos Cachoeira.

Atualmente, defendia a Camargo Corrêa e a Odebrecht por envolvimento na “Operação Lava Jato”.

Natural de Cruzeiro, no interior paulista, Márcio Thomaz Bastos formou-se em Direito pela USP em 1958.

Sua única incursão pela política deu-se em 1964 quando se elegeu vereador em sua cidade pelo PSP (Partido Social Progressista).

 

O Comando da Polícia Militar realizou nesta manhã (20), na Câmara Municipal de Serra Talhada, solenidade que marcou a formatura de 50 policiais militares do Curso de Formação de Cabos.

 O evento contou com a presença de diversas autoridades, com destaque para o Diretor da DINTER 2 – DIRETORIA INTEGRADA DO INTERIOR 2, CEL PM ROSEMÁRIO Barros e o Major ELI Lira, Comandante do CEMETI, o Comandante do 14º BPM, Tenente Coronel, Vanderley, Ten Cel Valmer Zeferino, Comandante do  3º BPM,  além de familiares e convidados dos homenageados.

 O Curso de Formação de Cabos – CFC 2014, foi realizado no Campus de Ensino Serra Talhada teve 52 alunos matriculados e aprovados, sendo que 48 receberam as divisas de Cabo e estão prontos para assumir as funções pertinentes ao posto em Unidades PM de todo o Estado. (Blog Itamar França)

 

Segundo representante da indústria, alta do imposto não é manobra do setor para baixas os estoques ainda neste ano

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis será elevado a partir de 1º de janeiro, segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. Ele esteve reunido, em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo reduziu o IPI em maio de 2012 para a ajudar a manter a economia aquecida.

Após o encontro, Moan indicou que o ministro, em nenhum momento, sinalizou prorrogar a permanência do imposto reduzido para carros. Anteriormente, outros integrantes da equipe econômica já tinham antecipado que o IPI voltaria em 2015 com as alíquotas cheias.

Moan disse que a elevação do IPI a partir de 1º de janeiro é uma decisão do governo e não uma suposta manobra das montadoras para melhorar a venda de automóveis no fim do ano. “É uma decisão que está tomada. Vamos continuar trabalhando [com um cenário de elevação do IPI] na produção, nas promoções e vendas”, disse o executivo.

Com a elevação, segundo Moan, o carro popular irá subir de 3% para 7%; o carro médio de 9% para 11%, quando é flex, e para 13% quando só a gasolina. A decisão de repassar ou não as alíquotas integralmente para os preços, de acordo com o representante das montadoras, dependerá de cada empresa. Moan não quis antecipar o impacto do reajuste nos preços.

Moan sugeriu que a elevação do IPI não acarretará demissões no setor. “A indústria automobilística tem seus trabalhadores em um nível muito qualificado, o que significa crescimento e treinamento fortes. Então, a indústria sempre evitou fazer uma redução do pessoal em função justamente desse investimento que foi feito. Vamos lutar para continuar o máximo possível produzindo e vendendo”, ponderou.

No último dia 11, Moan anunciou que estava otimista em relação ao segundo semestre do setor em comparação ao primeiro. Ele tem dito que os meses de novembro e dezembro serão melhores do que a média dos meses de junho a outubro.

O executivo da Anfavea tinha demonstrado, até então, certo pessimismo em relação a 2015 devido ao impacto do retorno do IPI a patamares vigentes antes da crise.(Agência Brasil)

 

Samuel Klein

Empresário, que começou como mascate, faleceu por insuficiência respiratória; ele estava internado há 15 dias

Faleceu na madrugada desta quinta-feira (20), aos 91 anos, o fundador da rede Casas Bahia, Samuel Klein. Segundo informações da assessoria de imprensa da família, o empresário estava internado há 15 dias no hospital Albert Einsten. A causa da morte foi insuficiência respiratória.

O velório aconteceu pela manhã no Cemitério Israelita do Butantã, onde o empresário foi enterrado no fim do dia em cerimônia fechada para amigos e familiares.

Nascido no dia 15 de novembro de 1923, na Polônia, Samuel Klein foi testemunha de um dos capítulos mais cruéis da história da humanidade, o genocídio de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Sua história de superação está entre as mais marcantes trajetórias dos grupos empresariais brasileiros e a empresa fundada por ele, a Casas Bahia, transformou-se em ícone na comercialização de produtos para as classes de baixo poder aquisitivo.

O empresário, que pouco pôde estudar durante a infância e juventude, fundou a Casas Bahia em 1952 em São Caetano do Sul, na região do ABC, em São Paulo. A empresa transformou-se em uma potência do varejo, especialmente após os anos da estabilização econômica, em 1994, e a ascensão da classe C durante a era Lula, que também surgiu no ABC, como líder sindical. Antes de fundar a Casas Bahia, Samuel vendia artigos para os operários que trabalhavam nas indústrias da região de charrete.

Em nota, a ViaVarejo lamentou a morte do empreendedor:

"É com pesar que a Via Varejo comunica o falecimento de Samuel Klein, fundador da Casas Bahia. Com seu espírito empreendedor, criou os alicerces sólidos de uma companhia e foi um dos principais colaboradores para o desenvolvimento do varejo brasileiro. Foi a visão e o pioneirismo de Samuel Klein na oferta de crédito às camadas populares da população que possibilitou a realização dos sonhos de milhões de famílias brasileiras. A melhor forma de honrarmos seu legado empreendedor é continuar crescendo e realizando os sonhos de nossos clientes e colaboradores. A Via Varejo e todos os seus funcionários expressam neste momento seu sentimento de pesar e agradecem ao Sr. Samuel Klein pela sua importante contribuição." (IG-SP)

 

O advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, de 79 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (20) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A informação foi confirmada pela equipe médica.

Bastos foi internado na terça-feira (18) para tratamento de descompensação de fibrose pulmonar, segundo boletim médico divulgado pelo hospital.

 Um dos advogados criminalistas mais influentes do país, Bastos foi convidado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor a equipe do primeiro mandato. Comandou o  Ministério da Justiça entre 2003 e 2007.

Mesmo depois de deixar o ministério, continuou em evidência ao atuar em casos de grande repercussão nacional. Atuou, por exemplo, no julgamento do processo do mensalão, no Supremo Tribunal Federal, em 2012. Na ocasião, defendeu o ex-vice-presidente do Banco Rural, José Salgado.

Durante o período do julgamento, entrou com reclamação contra o então presidente do STF, Joaquim Barbosa, questionando o fato de Barbosa não ter levado pedidos da defesa dos réus para análise do plenário do tribunal.

Também foi o responsável pela defesa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que responde a processo por suspeita de participação em esquema de jogos ilegais.

Bastos atuou ainda na defesa do médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão por 48 ataques sexuais a 37 vítimas.

A acusação dos assassinos de Chico Mendes, do cantor Lindomar Castilho e do jornalista Pimenta Neves são outros trabalhos de repercussão nacional no currículo do ex-ministro. Em 2012, Bastos foi contratado pelo empresário Eike Batista para defender o filho Thor Batista, que respondia por um atropelamento.

O ex-ministro se formou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) na turma de 1958.

Em  1990, após a eleição do presidente Fernando Collor, integrou o governo paralelo instituído pelo Partido dos Trabalhadores como encarregado do setor de Justiça e Segurança.  Em 1992, participou ao lado do jurista Evandro Lins e Silva da redação da petição que resultou no impeachment de Collor.

É fundador do movimento Ação pela Cidadania, juntamente com Severo Gomes, Jair Meneghelli e Dom Luciano Mendes de Almeida. É fundador do Instituto de Defesa do Direito de Defesa.(G1-SP)

 

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