Blog Joãozinho Teles Presta Homenagem ao Aniversário de Emancipação Política de Flores

Neste dia 11 de setembro, o município de Flores comemora seu aniversário. São 240 anos de criação da Freguesia, atual Paróquia, de Nossa Senhora da Conceição, e 131 anos de emancipação política de acordo com os critérios estabelecidos pela Lei 52, de 3 de agosto de 1892, que deu aos municípios do estado de Pernambuco sua autonomia.

O território de Flores foi desmembrado de Cabrobó no dia 11 de setembro de 1783, quando foi instalada aqui a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição.

Cantada por poetas, repentistas e outros estilos de artistas, Flores é a Mãe de todas as cidades sertanejas, e foi donatária de todo o território que compõe a bacia hidrográfica do Pajeú, parte das bacias do Moxotó e Submédio São Francisco.

Durante muitos anos, desde 15 de janeiro de 1810 até 6 de maio de 1851, foi sede das Comarcas do Sertão e do São Francisco, tendo seus domínios jurídicos estendidos até a divisa do estado de Minas Gerais. Assim, teve gerência jurídica por grande parte dos “Sertões do Norte”, como eram chamados os sertões do semiárido brasileiro.

Terra de poetas e artistas do quilate de Moacir Santos – O Ouro Negro –, Flores tem produzido ao longo dos tempos poetas, escritores, artistas das mais diversas áreas, políticos, profissionais liberais e gente que trabalha diuturnamente levando a bandeira florense para os quatro cantos do mundo.

Internamente, é composta pelos distritos Sede, Sítio do Nunes, Fátima, além de sete povoados, com destaque para o São João dos Leites, há muito com porte de distrito e quase duas centenas de localidades rurais que vivem na histórica Terra formada pelas três etnias que formaram o povo brasileiro: o Índio Tapuia – Nativo; o Negro vindo da Mãe África e o Branco vindo de Além Mar das terras portuguesas.

Com uma civilização originária no final do século XVI (1580) e formada território independente desde 1783, Flores chega na terceira década do século XXI olhando para o futuro, primando pela busca do seus desenvolvimento socioeconômico, cultural e de todas as vertentes, esboçando sempre o debate de unir passado, presente e futuro, história e projetos.

Nossa homenagem e respeito pela Velha Urbe Sertaneja, Mãe dos Sertões, e, como disse o poeta “Sou do Pajeú das Flores, tenho razão cantar”.

Nossa homenagem, carinho e desejo de sempre estar contribuindo para o bom e saudável desenvolvimento desta Terra da qual somos parte.

Parabéns, Flores! Flores da Ribeira do Pajeú. Nossa Mãe Terra.

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