Entre 2015 a 2017, o zika custou ao Brasil US$ 4,6 bilhões, o que representa 0,09% do PIB. Já a longo prazo, o custo das anomalias associadas ao vírus poderá chegar a US$ 10 bilhões. Os dados são do primeiro relatório sobre a avaliação socioeconômica do zika lançado em Brasília nesta terça-feira (15). A ONU aponta que o custo do tratamento de cada criança com microcefalia associada ao zika ao longo da vida pode chegar a US$ 890 mil. Até o momento, 48 países confirmaram casos do vírus. O maior número de infecções nos países foi registrado durante o ano de 2016. Neste ano, houve queda. Ainda, a estimativa das Nações Unidas é que o impacto socioeconômico da doença na …
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