Com resultado esperado, foi aprovado, em votação no plenário da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (25), o relatório que recomenda o arquivamento da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, que também tem como alvos os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). O “sim” teve os votos necessários para a aprovação antes mesmo da votação apagar.
A abertura do painel de votação, pouco depois das 19h, ocorreu após mais de sete horas de espera pelo quórum de 342 parlamentares no plenário, que era o mínimo necessário para o início da votação da denúncia contra Temer.
O placar final ficou em 251 votos a favor da rejeição da denúncia, enquanto 233 votaram contra o arquivamento. Houveram ainda duas abstenções, além de 25 ausências.
Primeiro votaram os deputados que alegaram problemas de saúde e que, por isso, puderam votar fora da ordem e antes dos demais parlamentares. Paulo Maluf (PP-SP) foi o primeiro deputado a votar, escolhendo pelo “sim”. A denúncia contra Michel Temer apresentada pelo hoje ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot imputa ao presidente a prática de crime de organização criminosa (ao lado dos dois ministros) e de obstrução à Justiça.
A votação ocorreu de forma aberta, com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamando nominalmente cada parlamentar para proclamar seu voto no microfone do plenário – assim como foi feito na votação do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef e da primeira denúncia contra Temer. A chamada dos deputados foi feita por ordem alfabética, alternando os representantes dos estados do Norte e do Sul do País.
Eram necessários os mesmos 342 votos para aprovar o prosseguimento do processo contra Temer e seus ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF). Como isso não ocorreu, a denúncia ficará suspensa e o presidente só poderá ser processado após deixar o mandato.
O início tardio da votação nesta quarta-feira é resultado da estratégia adotada pela oposição , que impediu seus deputados de registrarem presença no plenário . Os deputados favoráveis ao prosseguimento do processo esperavam que Temer obtivesse nova vitória e barrarasse a denúncia. Assim, ao menos 191 oposicionistas passaram o dia nas dependências da Câmara, mas não marcaram presença no plenário até que os governistas conseguissem, sozinhos, garantir o quórum de 342 parlamentares – o que só ocorreu às 17h desta tarde.
O placar final ficou em 251 votos a favor da rejeição da denúncia, enquanto 233 votaram contra o arquivamento. Houveram ainda duas abstenções, além de 25 ausências.
Primeiro votaram os deputados que alegaram problemas de saúde e que, por isso, puderam votar fora da ordem e antes dos demais parlamentares. Paulo Maluf (PP-SP) foi o primeiro deputado a votar, escolhendo pelo “sim”. A denúncia contra Michel Temer apresentada pelo hoje ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot imputa ao presidente a prática de crime de organização criminosa (ao lado dos dois ministros) e de obstrução à Justiça.
A votação ocorreu de forma aberta, com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamando nominalmente cada parlamentar para proclamar seu voto no microfone do plenário – assim como foi feito na votação do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef e da primeira denúncia contra Temer. A chamada dos deputados foi feita por ordem alfabética, alternando os representantes dos estados do Norte e do Sul do País.
Eram necessários os mesmos 342 votos para aprovar o prosseguimento do processo contra Temer e seus ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF). Como isso não ocorreu, a denúncia ficará suspensa e o presidente só poderá ser processado após deixar o mandato.
O início tardio da votação nesta quarta-feira é resultado da estratégia adotada pela oposição , que impediu seus deputados de registrarem presença no plenário . Os deputados favoráveis ao prosseguimento do processo esperavam que Temer obtivesse nova vitória e barrarasse a denúncia. Assim, ao menos 191 oposicionistas passaram o dia nas dependências da Câmara, mas não marcaram presença no plenário até que os governistas conseguissem, sozinhos, garantir o quórum de 342 parlamentares – o que só ocorreu às 17h desta tarde.
Na primeira sessão realizada hoje, foi concedido tempo para as sustentações orais do deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), o relator do parecer que recomenda o arquivamento da denúncia, dos advogados dos acusados e de parlamentares que se inscreveram para discursar contra e a favor do relatório.
O advogado do presidente Temer, Eduardo Carnelós, utilizou seu pronunciamento para voltar a condenar a atuação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, acusado por ele de “atuar por meios sórdidos” com o único objetivo de destituir o presidente.
“O que se pretendeu com aquela denúncia foi atacar vielmente a figura do presidente da República. […] Se faz dessa figura alvo de flechas construídas a partir de bambus enlameados, porcos, sujos”, afirmou o advogado de Temer, fazendo menção a um lema entoado por Janot (“Enquanto houver bambu, lá vai flecha” ).
O impasse causado pela ausência dos oposicionistas levou parlamentares da base aliada a considerarem ceder ao desejo da oposição e levar a votação um requerimento para adiar a decisão sobre o relatório de Andrada. “Um governo não pode e não deve ficar esperando a votação de uma denúncia”, declarou Rodrigo Maia no plenário.
O líder da maioria, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES) chegou a apresentar requerimento recomendando o adiamento da votação – mas tratava-se de uma ‘armadilha’ para a oposição. Para ser aprovado, os oposicionistas precisariam registrar presença no plenário e votar o requerimento. Isso faria com que o quórum para votar o relatório da denúncia fosse atingido. Cientes da armadilha, os líderes da oposição recomendaram que seus correligionários não participassem da votação do requerimento.(IG)
Blog Joãozinho Teles Veja as Notícias do Sertão do Pajeú, de Pernambuco, do Brasil e do Mundo!
