Embora tenha retornado ao exercício de suas funções por decisão do ministro Marco Aurélio Mello (STF), o senador Aécio Neves (MG) desistiu nesta quinta-feira (3) de reassumir a presidência nacional do PSDB da qual se encontra licenciado desde que foi flagrado pela Polícia Federal, em maio deste ano, pedindo uma ajuda de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista.
Com isso, o senador Tasso Jereissati (CE) continuará interinamente na presidência do partido. Ele já tem o apoio do governador Geraldo Alckmin (SP) e do prefeito João Dória (SP) para tornar-se presidente, em caráter efetivo, na próxima convenção nacional marcada para o mês de março.
Desde que Aécio voltou ao Senado no final do mês de junho após passar mais 40 dias afastado por decisão do ministro Édson Fachin (STF), o PSDB vivia uma situação de duplo comando.
O presidente interino, Tasso Jereissati, defendendo que o partido “desembarque” do governo Michel Temer e Aécio sustentando que os tucanos devem continuar apoiando o presidente da República.
O não retorno de Aécio ao comando nacional do partido tem o apoio dos três deputados federais de Pernambuco: Bruno Araújo, Daniel Coelho e Betinho Gomes.
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