“No novo texto [do edital para compra de livros didáticos pelo Ministério da Educação] foi suprimida, por exemplo, a menção à necessidade de ‘promover positivamente a imagem da mulher, considerando sua participação em diferentes trabalhos, profissões e espaços de poder’, ‘com especial atenção para o compromisso educacional com a agenda de não-violência contra a mulher’.
Também foram retiradas menções aos quilombolas e povos do campo, em trecho sobre a promoção da cultura e história desses povos. Um parágrafo que obrigava as obras a estarem isentas de publicidade, marcas, produtos e serviços comerciais foi apagado.
Com relação à qualidade dos livros, foram suprimidos trechos que tratavam da necessidade de que a obra esteja isenta de erros de revisão ou impressão, a necessidade de incluir referências bibliográficas e de que a impressão não comprometa o verso da página.”
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