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Crise no Programa Mais Médicos.

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Não tem sentido discutir de quem é a culpa. O que importa é saber em quanto tempo os médicos cubanos serão substituídos. Afinal, quando Lula, o Temer ou Bolsonaro ficam doentes, eles têm Sírio-Libanês e Einstein. Outra parte da população (pequena parte!) tem planos de saúde. Porém, os que estão nos municípios mais pobres não têm nada hoje e NÃO VÃO DORMIR BEM!

É cruel ideologizar interpretações desse problema, sobretudo nos rincões onde se tem no país um monte de doenças causadas pelo clima predominantemente tropical e milhares de famílias que vivem abaixo da linha da pobreza e dependem exclusivamente do SUS.

Mais da metade dos médicos (51,26%) é composta por estrangeiros, sendo a grande maioria (47,1%) da cooperação com a Opas (cubanos)

E eles ainda estão mal distribuídos pelo país. (Agora nem distribuídos mais estão!). O presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro, elegeu a falta de médicos como “o principal problema do SUS”. “A falta é crônica”.

Segundo dados do CFM (Conselho Federal de Medicina), há um médico para cada 470 brasileiros. No Norte e Nordeste esse número chega a 953,3 e 749,6, respectivamente. Pelos cálculos da OMS (Organização Mundial de Saúde), há 17,6 médicos para cada 10 mil brasileiros (e esses dados contavam com os médicos cubanos!), bem menos que na Europa, cuja taxa é de 33,3.

Para 60 milhões de brasileiros (pobres), o único médico do postinho era ao mesmo tempo pediatra, genecologista, obstetra, e geriatra. Agora são 60 milhões de brasileiros que perderam esses atendimentos e não receberam, até agora, uma solução pra sua carência medicinal. HOJE MILHÕES DE BRASILEIROS VÃO DORMIR SEM MEDICOS e isso não pode ser pauta de deboche.(Por Márcio Alexandre)

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